quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Enfermeiras

Enfermeiras


Anjos de jaleco branco
Muitas vezes escutam enxugam o pranto de seres
Sejam pretos brancos
Ricos e abastardos os despojados cuidam zelam cobrem com seu manto
Santa paciência suprindo a solidão as vezes de entes mais próximos
A ausência tão dura curam feridas ,ouvem historias de vidas
São pilares dos hospitais
Os médios operam suturam mais cabem a elas
Monitorar os sinas vitais
Os cuidados reais
Os enfermos se apegam alguns se apaixonam
Outros criam laços afetivos e levam a sua imagem consigo
E nasce ali um elo indestrutível
Marcas lembranças de quando a sua via esta em perigo
Quando a duvida talvez sublimasse a esperança
A imagem a presença o cuidar que nunca cansa
Cuidam homens mulheres crianças
É uma missão um dom que não balança
Não cede é um caminho sem volta
Acudir socorrer. alimentar fazer alguém viver
É um anjo sem azas por isso que escrevo para você saber
Para de o seu valor ficar ciente entender
O quão é enorme o respeito e perfeito minha gratidão
Por você quando aliviam de alguém o sofrer
Quando um órgão começa a doer
É uma enfermeira que vem nos valer